Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro descobriu quatro novas espécies animais, para enriquecer o nosso conhecimento da biodiversidade, que reuniu na designação de Lumbrineris lusitânica.
Sim, o que agora mostrámos ao mundo são quatro novas espécies de vermes marinhos. O que se anda a descobrir entre nós não é o bosão de Higgs e pode até dar origem a piadas de mau gosto, mas é um avanço cientifico nosso.
PS. Obrigado aos que me chamaram a atenção para o - entretanto corrigido - erro ortográfico do "z" em bosão.
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5.7.12
8.6.12
Bons na polícia, maus no ensino?
Que futuro devemos esperar para um país em que a "capacidade para o trabalho" por sectores demonstra que as forças policiais são o sector mais capaz e o menos capaz é o ensino? E o que nos pode dizer isto sobre o nosso presente?
11.5.12
A cafeína diminui a hiperatividade? Investigadores da UC dizem que sim
Segundo um estudo desenvolvido em ratos por uma equipa de neurociência da Universidade de Coimbra, a cafeína equivalente a três a quatro chávenas de café por dia controla o défice de atenção e hiperactividade sem causar dependência. Claro que há muitas diferenças entre os resultados experimentais e a aplicação clínica e que parece contraintuitivo recomendar quatro cafés por dia a crianças e adolescentes, o que pode vir a acontecer se este estudo for corroborado em fases subsequentes de investigação. Mas, eu fiquei mais tranquilo com o meu gosto pelo café. É como o vinho, mais tarde ou mais cedo alguém havia de lhe descobrir virtudes terapêuticas.
28.1.12
Chelonoidis elephantopus: "lonesome george" deve ter a companhia de 40 tartarugas gigantes que se julgavam extintas desde o séc. XIX
Julgava-se que pouco depois de Darwin ter passado pelas Galápagos, a subespécie de tartarugas gigantes Chelonoidis elephantopus se tinha extinguido, mas a Current Biology, citada pela Time, diz que afinal pode haver ainda 40 exemplares vivos.
Estas tartarugas gigantes têm a particularidade - que útil ela nos seria em tempo de crise - de sobreviver anos sem comida nem água. Felizmente, talvez haja um pouco mais de biodiversidade do que julgamos.
Estas tartarugas gigantes têm a particularidade - que útil ela nos seria em tempo de crise - de sobreviver anos sem comida nem água. Felizmente, talvez haja um pouco mais de biodiversidade do que julgamos.
5.8.09
Os orangotangos fingem-se mais fortes do que são realmente
Os orangotangos enganam os predadores com uma táctica que não vem do instinto mas da aprendizagem social: usam folhas para parecer que os sons que produzem são os de um animal de maior porte. Segundo os investigadores que o descobriram, são sinais de que existem vestígios precursores da linguagem no comportamento dos grandes símios, o que acabará por nos ajudar a perceber as estruturas profundas da nossa própria aprendizagem social.
13.5.09
Fragilidade masculina
Pode não ser hipocondria. Parece que os homens resistem menos às infecções que as mulheres e a culpa é das hormonas, segundo este estudo referido pela BBC.
20.3.09
Um elefante albino no Botswana
O bébé-elefante albino da foto é o primeiro a ser avistado no Botswana e terá reduzidas hipóteses de sobrevivência segundo os jornalistas da BBC, que também reportam a sua inteligência adaptativa. Leia aqui.
13.2.09
Darwin, autoridade científica e religião
Hoje não faltaram referências às mais diversas vertentes do legado de Darwin para a construção da percepção moderna do mundo. Não as iria repetir aqui. Mas quando a sua teoria da evolução das espécies está sob ataque, não pela evolução da ciência, mas pela tentativa de cientifizar uma visão da Bíblia, recomendaria a quem se interesse pelo tema a leitura deste ensaio online sobre a fé de Darwin, publicado no âmbito de um projecto universitário de disponibilização da sua correspondência. Darwin, sobretudo, não gostava de se pronunciar sobre religião, dado que estava convencido de que a sua sabedoria cientifica não lhe conferia nenhuma autoridade em matéria religiosa. Duzentos anos depois, na ciência como na religião, há quem ainda se confunda sobre essa ideia fundadora da modernidade.
Como diz quem escreveu este ensaio:
Darwin's correspondence shows that his religious beliefs changed substantially over the course of this life, and that they never reached a fixed position. His agnosticism should be understood as a state of genuine uncertainty regarding the existence and nature of God. Darwin's unwillingness to pronounce on religious matters stemmed from his strongly held view that science and religion rest on different foundations and forms of evidence, and that his scientific expertise, no matter how extensive, did not make him a religious authority.
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