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16.3.12
Os jovens vão deixar de ser o target publicitário por excelência?
As empresas americanas estão a mudar os seus targets publicitários, em desfavor da geração de jovem que era o consumidor perfeito desde o baby boom. Os dados são impressionantes: a percentagem de jovens (18-24 anos) com emprego é a mais baixa desde que há registos, situando-se nos 54%; os jovens estão a saír mais tarde de casa e devem 1 trilião de dólares de empréstimos bancários para a frequência universitária. Se os dados americanos impressionam por si mesmos, também fazem pensar que este filme também está em exibição num cinema perto de si.
3.12.11
16.7.11
19.11.10
10.9.10
Qual é a cobra não venenosa? Lula explica.
O marketing político no Brasil é fascinante. Lado a lado com técnicas sofisticadas, apenas comparáveis às americanas, fazem-se as campanhas mais kitsch e inacreditáveis.
Esta diversidade não é acidental. No Brasil, campanha é mesmo para procurar voto, todos os votos, de todos os eleitores, de todas as condições sociais. Campanha não é coisa que obedeça ao politicamente correcto, procure impressionar elites já decididas ou perca tempo com mediadores que não chegam ao povão..
Mesmo as figuras de primeiro plano arriscam na linguagem a níveis inimagináveis em Portugal e descem a um vocabulário que este país que só acha credíveis políticos que falem como doutores destruiria nos media.
Por cá, para pedir que votem no nosso candidato, apresentamos-lhe o currículo, as boas ligações, etc. Uma vez por outra lá se diz que é necessário separar o trigo do joio, distinguir a boa da má moeda, ou algo assim. Mas, para os protagonistas do primeiro plano (excepto Paulo Portas em dia em que perca o controlo) não passa disso. Coisas bíblicas ou da teoria económica, são o máximo defigura de estilo a que chegamos sem que os comentadorres zurzam nos políticos.
Mas no Brasil a campanha dói mais. E gostei de ler no blogue de Richard Widmark que Lula, ele mesmo e não qualquer político de terceira linha, explica assim em campanha em Belo Horizonte como devem os eleitores procurar decidir o seu voto:
“Daqui a pouco, a gente não tem noção, colocam 10 cobras na nossa frente, e a gente não sabe qual é a venenosa e qual não é venenosa”.
Lula anda pelo Brasil, a explicar que cobra evitar, a ver se o eleitor morde o isco que lhe lança. E eu, que o acho um grande Presidente da República, sorrio a imaginar Cavaco ou Alegre a tentarem dizer coisas destas por aí.
Esta diversidade não é acidental. No Brasil, campanha é mesmo para procurar voto, todos os votos, de todos os eleitores, de todas as condições sociais. Campanha não é coisa que obedeça ao politicamente correcto, procure impressionar elites já decididas ou perca tempo com mediadores que não chegam ao povão..
Mesmo as figuras de primeiro plano arriscam na linguagem a níveis inimagináveis em Portugal e descem a um vocabulário que este país que só acha credíveis políticos que falem como doutores destruiria nos media.
Por cá, para pedir que votem no nosso candidato, apresentamos-lhe o currículo, as boas ligações, etc. Uma vez por outra lá se diz que é necessário separar o trigo do joio, distinguir a boa da má moeda, ou algo assim. Mas, para os protagonistas do primeiro plano (excepto Paulo Portas em dia em que perca o controlo) não passa disso. Coisas bíblicas ou da teoria económica, são o máximo defigura de estilo a que chegamos sem que os comentadorres zurzam nos políticos.
Mas no Brasil a campanha dói mais. E gostei de ler no blogue de Richard Widmark que Lula, ele mesmo e não qualquer político de terceira linha, explica assim em campanha em Belo Horizonte como devem os eleitores procurar decidir o seu voto:
“Daqui a pouco, a gente não tem noção, colocam 10 cobras na nossa frente, e a gente não sabe qual é a venenosa e qual não é venenosa”.
Lula anda pelo Brasil, a explicar que cobra evitar, a ver se o eleitor morde o isco que lhe lança. E eu, que o acho um grande Presidente da República, sorrio a imaginar Cavaco ou Alegre a tentarem dizer coisas destas por aí.
22.6.10
Esta imagem é provavelmente um exemplar de um cartaz de propaganda à entrada de Portugal na 1ª Guerra Mundial.Pelo menos assim surge referida na Europeana, citando a fonte, a nossa Biblioteca Nacional.
4.2.09
PSD: não ganham nada com isto
O PSD, via JSD, lançou hoje uma campanha contra José Sócrates. Não reproduzo aqui o cartaz que foi posto em Almada porque não vejo a utilidade de lhe dar publicidade, sequer para o denunciar.
É evidente que José Sócrates e o PS só podem esperar deste ano uma sucessão de campanhas negativas, de partidos à sua direita e à sua esquerda e que não as deve sobrevalorizar nem ignorar. Mas esta é duplamente infeliz. No Canhoto digo porquê.
26.11.08
O banco e as ansiedades dos clientes
Gosto de ver publicidade bem feita. Nos últimos tempos dei por mim a ficar com a atenção presa à do Grupo Santander. Como se sabe, há muito quem pense que o segredo do marketing está na segmentação, ou seja na capacidade de dar tantas mensagens quantos os tipos de público a que se dirige. Essa estratégia, que quase todos os partidos usam, tem os seus limites.
Nos seus antípodas tácticos está a estratégia que se centra numa mensagem unificadora. O Santander tem-na.
Antes, quando achavamos que estava a ser cada vez mais dificil ser bem atendidos no banco, reenviados de call center para call center, forçados a fazer solitariamente as operações bancárias sem ter ninguém com quem falar, o Santander dizia-nos que crescia para perto de nós e, pelo menos eu, dei por mim a pensar quantas agências havia nos circuitos por onde me movo.
Agora, que todos temos uma dúvida principal, a de que o nosso banco (quero dizer, em casos como o meu, só aquele de que somos clientes) se aguente, o Santander dá-nos, pelo menos em Portugal, música alegre, natureza e canta-nos ao ouvido que é "solid as a rock" e, pelo menos eu dou por mim a lembrar-me que li algures que pelo seu tipo de investimentos o Grupo Santander deve resistir bem à crise.
Os directores de marketing deles merecem o ordenado, se o tiverem do modo adequado e proporcional que certos segmentos da banca parecem ter perdido.
PS. Afinal, dizem-me os leitores, o director de marketing acaba de sair do Grupo "para abraçar novos projectos". Só mostra como não estou por dentro do meio.
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