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11.6.13

Simple Minds, Mandela Day, Wembley, faz hoje 25 anos

Os Simple Minds foram a primeira banda a responder à chamada para o concerto de Wembley pelos 70 anos de Mandela, então preso há 25 anos. Foram também a única a compôr uma canção especialmente para o evento. Cantaram-na assim, faz hoje vinte e cinco anos.

26.3.13

Lições de direitos sociais - uma década de direito à água na África do Sul

Não é preciso ser-se um país rico para valorizar e fazer respeitar direitos fundamentais, mesmo tratando-se de direito sociais, que implicam necessariamente despesa pública.
A África do Sul dá, no direito à água, lições. Há mais de uma década que, em cooperação entre o governo central e as autarquias locais, reconhece o direito de cada família a 6000 litros de água potável por mês, fornecida gratuitamente.
Se o acesso à água é um direito humano, como tal reconhecido pela ONU, perguntemo-nos, poucos dias depois do Dia Mundial da Água, que não acompanhei, absorvido pelo trabalho quotidiano,  se é correcto que seja negado em absoluto todo e qualquer fornecimento gratuito, pelo menos a quem se encontre em situação de pobreza absoluta.

18.7.11

2.9.10

Que se passa em Maputo?

Do que li até agora na blogosfera, pareceu-me interessante reter três interpretações em confronto: As manifestações são o reverso do projecto de transformar a FRELIMO em partido-sociedade, como defende José Flávio Teixeira ?   O resultado de uma visão tradicional e africana do poder, como sustenta Paulo Granjo ?  A consequência das desigualdades profundas da sociedade moçambicana, que Vitor Ângelo identifica?
Á distância, consigo imaginar a tese do Flávio a materializar-se. Sempre que uma sociedade não encontra forma de institucionalizar formas de conflito e divergência, o protesto também não tem formas alternativas às inorgânicas de se expressar. Depois, é esperar que surjam os rastilhos e que sejam cometidos erros por quem tenta gerir os episódios de conflito.
Mas espero, com alguma atenção, pelo desenvolvimento das explicações para o que se passa, por parte de quem, ao contrário de mim, conhece Moçambique.

5.4.10

O aviso é da ONU, os gorilas da África Central correm risco de extinção, acelerada pela destruição dos seus habitats e o abate e comércio ilegal. A situação é, diz a ONU, mais grave no leste da República Democrática do Congo.
A cooperação internacional não deveria fechar os olhos a este ataque à biodiversidade e oxalá, no seio da intervenção das Nações Unidas, haja capacidade para mais do que simplesmente denunciar,

8.3.10

Cabo Verde regulariza imigrantes ilegais

Num mundo onde as trocas são permanentes e se intensificam, receber imigrantes é um sinal de sucesso. Mesmo países que imaginamos essencialmente de emigração se tornam em acolhedores a braços com todos os problemas da imigração. É o caso de Cabo Verde que poderá ter hoje 10 a 15 mil imigrantes ilegais a trabalhar no seu território e que deu a semana passada o passo interessante e correcto de promover a legalização extraordinária de imigrantes ilegais oriundos da CPLP.

6.7.09

Angola: os oligarcas também têm dificuldades de tesouraria

Há entre nós uma certa tendência para exagerar os efeitos dos "mercados" políticos, isto é, economias frágeis que podem garantir grandes encomendas porque quem comanda os Estados aposta nelas, por necessidade do país ou de alguém. Angola é o maior desses mercados que precisam de aspas porque não há nada de mercado numa economia controlada por uma pequena oligarquia que se apropriou do Estado. Segundo o Rui Almas, a notícia de que as empresas que apostaram nesse país podem estar a enfrentar dificuldades de pagamento não era situação difícil de prever face à redução do preço do petróleo e aos efeitos da crise mundial na produção e comercialização de diamantes. Os oligarcas também têm dificuldades de tesouraria.

2.3.09

A democracia na Guiné Bissau é possível?

Em África, a estabilidade democrática é algo muito dificil de atingir, tornando-se dificil perceber as verdadeiras e profundas motivações por trás dos acontecimentos que tornam muitos dos países ingovernáveis. Agora foi, de novo, a vez da Guiné-Bissau. No dia em que a Assembleia Nacional da Guiné-Bissau tinha previsto iniciar o debate do programa do Governo de Carlos Gomes Júnior, que obteve 2/3 dos votos numas eleições classificadas por todos os observadores internacionais como democráticas, o Presidente da República, Nino Vieira, foi assassinado por militares, numa aparente retaliação ao ataque da noite anterior ao quartel geral das forças armadas, que culminou na morte de várias pessoas, entre as quais do próprio Chefe de Estado Maior. (continue a ler no Canhoto)