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26.9.12

Ir além da troika, renegociar o Memorando de Entendimento ou denunciá-lo? #2 - A pergunta do Rui Branco


A consulta aos leitores do Banco continua no canto superior direito da página do blogue. As três opções bifurcam as alternativas para o país, acho eu. O Rui Branco, no twitter, lembra as consequências de uma das respostas e pergunta se vamos nessa:








Eu não vou por aí. Não é só pelo crédito, embora não seja coisa nada pouca. É essencialmente porque denunciar o Memorando de Entendimento nos conduziria provavelmente à porta de saída do Euro e acho ilusório o sonho de prosperidade portuguesa baseada na autarcia. A propósito, com moeda própria, a desvalorização salarial - o tal ajustamento interno - já teria sido feita sem subterfúgios e de modo muito mais violento juntando ainda aos nossos problemas o risco de hiperinflação induzido pela desvalorização cambial.

4.2.11

Tabagismo e espaços públicos: dê a sua opinião.

O Estadão no twitter deu-me a ideia. O que acharia da proposta de estender a interdição de fumar em locais públicos a parques e praias? A "sondagem fica aqui ao lado até ao fim de Fevereiro a testar a atitude dos leitores.

PS. Querendo, pode fundamentar a sua opinião com contributos para a discussão. A caixa de comentários e o mail estão abertos ao livre debate.

10.3.10

O Le Monde dá conta de que a crise não é geral: nos EUA, o ano de 2009 terá aumentado em 1 milhão o número de agregados familiares que dispõem de 1 milhão de dólares  de património (atingindo os 7,8 milhões) e chegaram aos 980 mil os lares com 5 milhões de dólares. (via Rui Almas)

15.7.09

Segundo a BBC, esta será a maior central a produzir energia solar do mundo. Está a ser construída em Portugal. Um dia, José Sócrates e Manuel Pinho serão conhecidos por terem sido pioneiros na transformação do nosso país em líder na energia verde e na redução da dependência dos combustíveis fósseis e não pelos fait-divers que o presente sobrepõe às visões estratégicas. A Fotoreportagem é da BBC e chegou-me via Twitter, pela mão de Martins Lampreia, retweetando Simão Carvalho.

15.6.09

Niponização: a crise seria um pesadelo prolongado

Paul Krugman talvez esteja a tentar jogar nesta crise o papel de Keynes, o que não é fácil. Certo é que tem vindo persistentemente a falar sobre o risco de transformação da primeira grande crise do século XXI numa depressão prolongada e da dificuldade dos mecanismos conhecidos da política económica para a conter. Agora recorda que a crise do Japão demorou um década a reabsorver e prevê que esse cenário possa voltar a acontecer agora, nomeadamente na dimensão de recessão d comércio internacional desta crise. A "niponização" do comércio mundial seria um pesadelo prolongado e aterrador para os portugueses que já vêm de uma década de estagnação e são uma pequena economia aberta, dependente do seu sector exportador. Nesta entrevista, publicada ontem no The Observer e que me chegou pela twitter portuguesa que mais de perto acompanha as notícias da crise, Zinha Pinto Bull, o risco de o pesadelo se tornar realidade parece existir para além do risco de vedetismo do autor da tese.