29.9.10
Paulo Gorjão voltou à Bloguítica
Paulo Gorjão voltou à Bloguítica, muito passos-coelhista (e não o digo por ter tirado de uma frase minha um corolário oposto ao que eu gostaria que ela tivesse). Boa sorte para o regresso a solo. Serei leitor atento, de novo.
27.9.10
VItal. o BE e a Europa
Vital Moreira diz umas verdades sobre o BE e a Europa que não é costume as pessoas por cá notarem e sublinharem:
"Mas quando se trata de votar no Parlamento Europeu as medidas que se traduzem realmente em mais Europa, como sucedeu esta semana com o pacote da supervisão financeira a nível europeu, o BE recusa o seu apoio, acompanhando mais uma vez a posição anti-UE dos comunistas e da extrema-direita nacionalista europeia."
Leia no Causa Nossa.
"Mas quando se trata de votar no Parlamento Europeu as medidas que se traduzem realmente em mais Europa, como sucedeu esta semana com o pacote da supervisão financeira a nível europeu, o BE recusa o seu apoio, acompanhando mais uma vez a posição anti-UE dos comunistas e da extrema-direita nacionalista europeia."
Leia no Causa Nossa.
24.9.10
A guerra colonial existiu
A guerra colonial existiu e foi mesmo uma guerra como se pode ver nos vídeos que eu (encaminhado por um amigo) e Joana Lopes pudemos encontrar no Instituto Nacional do Audiovisual de França.
23.9.10
21.9.10
20.9.10
Coreia do Norte: mais um passo para entronizar Kim III
Ainda há alguém que chame àquilo socialismo? Em Portugal, ainda há dois anos havia: o Comité Central do PCP. Aliás, ainda pode comprar nas Edições Avante este livro anunciado como conseguindo explicar porque o socialismo sobreviveu na Coreia do Norte, "pelo menos numa certa forma".
19.9.10
Esta semana vieram ao Banco Corrido à procura de
18.9.10
Ainda não temos informações suficientes?
Antes da queda do Muro de Berlim, quando os comunistas portugueses não conseguiam condenar um gesto dos regimes com que tinham vinculações fortes mas também não conseguiam encontrar um argumento para os defender, refugiavam-se sempre, no momento de tomar decisões, na ideia de que ainda não dispunham de informações suficientes, de que ainda era preciso aguardar um apuramento definitivo do que tinha ocorrido e... votavam objectivamente em defesa de coisas incríveis, refgiados em argumentos esfarrapadissimos.
Mas os comunistas de então não têm o monopólio desse tipo de embaraços. Quando se trata de ponderar o peso na balançapolítica dos direitos humanos de uns punhados de ciganos romenos ilegais contra o superior interesse nacional de não aborrecer o Presidente da República Francesa, o velho argumento recicla-se com grande facilidade, como se viu hoje na Assembleia da República.
Mas os comunistas de então não têm o monopólio desse tipo de embaraços. Quando se trata de ponderar o peso na balançapolítica dos direitos humanos de uns punhados de ciganos romenos ilegais contra o superior interesse nacional de não aborrecer o Presidente da República Francesa, o velho argumento recicla-se com grande facilidade, como se viu hoje na Assembleia da República.
17.9.10
Serviço público do Economia e Finanças
Serviço público do Economia e Finanças: conheça as taxas de juro de usura para o 4º trimestre de 2010 fixadas pelo Banco de Portugal. Esteja particularmente atent@ às taxas máximas dos Cartões de Crédito.
15.9.10
De links bem abertos: fobias políticas
1. Uma boa maneira de olhar para uma coima estúpida, inventada em França: Em discussão está também, o recurso ao uso simultâneo de suspensórios e cinto, o que prova da insegurança do seu portador. Relativamente aos saltos altos é provável que a legislação aprove, já que Nicolas Sarkozy é um fervoroso adepto do referido acessório. No Leva de mar.
2. Uma maneira que parece chocante, mas equilibrada, de falar das raízes fundas e de manifestações recentes de um racismo que a França quer capitanear, mas não fundou, historicamente até combateu e hoje não pratica nada sózinha: há mais coisas que saber sobre ciganos do que a deportação selectiva de imigrantes ilegais. No Jugular.
2. Uma maneira que parece chocante, mas equilibrada, de falar das raízes fundas e de manifestações recentes de um racismo que a França quer capitanear, mas não fundou, historicamente até combateu e hoje não pratica nada sózinha: há mais coisas que saber sobre ciganos do que a deportação selectiva de imigrantes ilegais. No Jugular.
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